Confesso que me lembro do frio da barriga ainda.
Eram meados de Outubro de 2009 e um e-mail esperado durante semanas acabava de pipocar na minha caixa de entrada.
Havia sido aceito para a seleta International Society of Professional Wedding Photographers – ISPWP.
Na época, as cores verde amarelas não somavam mais que duas dezenas de corações que se encantavam e se tornavam parte do encanto das emoções que registravam.
Ao contrário do que seria o proposto pela sociedade ao se conseguir um ‘selo’, não me acomodei.
Penso hoje que talvez aquele dia 19 de Outubro tenha sido o meu maior impulso para seguir contando histórias de um jeito cada vez mais particular.
Cada vez mais do jeito que elas acontecem.
Cada vez mais sentindo e entendendo todos os porquês que me motivariam mais a ser um fotógrafo de emoções.
Hoje, quase 2 anos depois o frio na barriga se repete, o envelopinho acende na tela, e o que leio me faz querer sorrir.
Havia tentado há algumas semanas entrar para outro seleto grupo de grandes fotógrafos, a Wedding Photojournalist Association – WPJA.
Pois bem, as letras que acabei de ver fizeram tremer o coração.
Depois de analisarem o portifolio e meu conceito visual, julgaram que o trabalho desenvolvido se encaixava melhor no Guia Artístico da Associação.
Pausa.
Outro sorriso.
Agora, de um super-proud-member do “Artistic Guild of the Wedding Photojournalist Association”
Sim, super honra mesmo. Afinal, lá estão catalogadas obras impecáveis de grandes artistas da luz ao redor do mundo, inclusive alguns grandes brazucas que por lá fazem muito bonito, né não Renato D’Paula, Juliana Mozart?
E aí, antes que digam que isso é só um selo.
Sim, dependendo do ponto de vista é realmente só um selo.
Para mim, é um selo que me faz sair da zona de conforto e buscar fazer por merecer estar em um Guia Artístico daqueles que sentem, antes de mais nada.












































