Baú de ‘antes do grande dia’ Category

A gente vive na correria.
Por mais tranquilo que você esteja, assim que alguém te pergunta “E aí? Como estão as coisas?”, você,  num ato de inércia dos tempos modernos responde: “Tudo ótimo, na correria.”
Você pode ter acabado de voltar de férias.
Você pode estar no meio de um trabalho absolutamente difícil.
O padrão da resposta não é o descaso com quem quer saber de nós.
É apenas o botão automático da vida maluca que levamos apertado fundo.
Viver, é no fim das contas, a única coisa que não conseguimos deixar para depois.
E mesmo assim as vezes a gente deixa.
Não para um depois longo, mas talvez para um outro dia, e depois outro, e outro.
Se isso é ruim? Olha, bom, bom, booooom não é né?
Mas, imporante mesmo é seguir em busca do que queremos e não só do que devemos fazer.
Um dia, aquele dia chega. E aí, a gente fica feliz, sorri e quer mais, muito mais dias como aquele.

Durante vários, vários anos, váááários anos a Mi ouviu o Caue dizer que eles precisavam muito fazer um piquenique no Parquinho do Morumbi, porque o parque era lindo, tinha muito significado para ele, e mais uma porção de coisas.
Sorte nossa que a Mi não desistiu de seu passeio no parque e mais sorte ainda que o Caue fez o convite a ela e nos avisou antes! =)
Agora mais, maaaaais sorte ainda que o Félix, o gato, nos liberou para invadir seu território!

 

PS.: Essa é a primeira parte. Surpresas logo mais! =)

rz

Ensaio Casal - RODRIGO ZAPICO

 

Ensaio Casal - RODRIGO ZAPICO

 

 

Ensaio Casal - RODRIGO ZAPICO

 

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ENSAIO CASAL - Rodrigo Zapico

 

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ENSAIO CASAL - Rodrigo Zapico

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Ensaio Casal - Rodrigo Zapico

 

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Ensaio Casal - Rodrigo Zapico

 

Ensaio Casal - Rodrigo Zapico

Dos textos que escrevo diariamente, quase que como uma oração de desejo por mais um dia bom que se fará, muitos me marcam de certa maneira que ecoam pelo lado de dentro do peito mesmo depois de algum tempo de seu ponto final.
Vai ver é justamente por isso que tento sempre terminar minhas idéias do mesmo jeito calmo e sincero que começam.
Para que sejam atemporais.
Para que sejam verdadeiras como se conceberam.
Aliás, ser verdadeiro é das coisas que mais nos assustam.
Me enquadro nisso, sem dúvida.
Afinal de contas, quantas vezes deixamos de ser nós mesmos por qualquer motivo que fosse.
É aquela antiga história de que sempre crescemos ouvindo e absorvendo:
Todos querem ter um grupo. Todos querem ser iguais a outros.
O ponto básico é que a gente vai amadurecendo, e vai colocando os braços, o corpo e as idéias todas para fora da caixa.
Feliz daquele que ao longo disso consegue perceber que por mais ator que seja, fingir ser de verdade é sempre a pior das brincadeiras.
As regras não são claras e a gente fica com aquela cara de que se esqueceu de colocar a máscara.
Somos, no conceito mais singelo da genética, singulares.
Embora as novelas da Globo já tenham mostrado que a ficção quer tornar duas pessoas idênticas. Sou daqueles céticos que acredita que ser de verdade, será sempre impossível.
Somos esponjas multicelulares únicas. Absorvemos sensações, esparramamos emoções cada um de jeito.
E não há motivo para se envergonhar de ser. Mas sim de não ser, ou de querer ser.
Querer é poder desde que a gente vá lá e faça.
Desde que a gente vá lá e seja!
Seja com beijo, com abraço, com carinho, ou tudo isso num treino de bicicleta, do jeito verdadeiro da Fê e do Léo às vésperas do casamento.

rz

 

Fotografia e Filmes de Emoção

 

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A gente sempre busca uma referência para tudo.
Queremos uma roupa, porque alguém disse que é tendência.
Buscamos um livro novo, porque alguém disse que a história é boa.
Ouvimos músicas diferentes, porque são os hits do momento.
Normal. Comum. Cotidiano.
Mas, qual seria o real motivo para as referências?
Temos medo de ser nós mesmos?
Ou temos medo de ser tão diferentes a ponto de nos assustarmos?
O que, afinal é ser diferente?
Não que saibamos a definição, mas certamente uma série de adjetivos para o tal.
E dentre os pejorativos e os ‘bullynísticos’ está certamente: louco.
Ser louco é ser fora do normal. Mesmo que a gente não tenha certeza do que isso realmente queira dizer.
E normalmente, embora assuste, nem todo louco é louco negativamente.
Já diziam os poeta mutantes: “mais louco é quem me diz, e não é feliz.”

Taí. Para ser feliz a gente precisa de uma certa dose de loucura.
Não por ser maluco, mas por ser diferente mesmo.
Por fugir do normal, e aí então nos arrancar suspiros e sorrisos.

Não sei quem é mais louco, se eu, ou se a Marina.
Afinal de contas, até as vésperas de seu casamento, ela simplesmente tinha abdicado de sua Lua-de-mel.
Foi então, que mandou um e-mail para esse maluco aqui, quando soube que eu estaria em terras baianas.
A maluquice falou alto. Passagens compradas e malas feitas em menos de 3 dias.

Na verdade, doido mesmo foi nem contar para o Cleber o que eles tinham ido fazer em Porto Seguro.

Mas tudo bem, ele aceita bem as loucuras da Marina! E é feliz. E são felizes.

rz

Fotógrafo de Casamento Porto Seguro

 

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