As vezes me pego pensando no quão presente é a globalização em nossa vida hoje em dia.
Precisamos de um livro importado, conectamos na Amazon e dias depois estamos recebendo-o em nossa porta.
Queremos um presente bacana para aquele amigo que aniversaria bem naquele sábado delicioso e vamos sem hesitar ao shopping passar naquela lojinha que vende os cacarecos que os moços dos olhos puxados lá da China inventam massivamente.
Assistimos aos filmes Americanos quase como se fossem a novela das 9.
Sentimos o prazer da vitória nos jogos da Liga Espanhola, como se fossem as partidas disputadas nos gramados do Brasil.
Desejamos as praias do Caribe, com a mesma intensidade dos mergulhos na Paradisíaca Fernando de Noronha.
E o pesar é que ainda assim tem gente que questiona como é possível haver amor a distância.
Pessoas, sentimentos também são globalizados!
Jura que nunca ouvi falar de um coração que respeitasse os limites territoriais de seu passaporte.
Ouvi falar sim de gente que já levou um pedacinho de um outro alguém dentro da bagagem para o outro lado do oceano.
E daí, bom mesmo é saber que a globalização é tanta que esse pedacinho muitas vezes volta para onde partiu.
Afinal de contas amar por partes não dá né?
E se ainda tem um oceano entre este sentimento a técnica de tomá-lo todo de canudinho não funciona tão bem quanto a do avião e aeroporto.
Sorte das companhias aéras que vivem ganhando clientes Platinum por aí.
Viajando, conhecendo e descobrindo a Ci e o Mark tiveram seu encontro programado por Alguém lá de cima que entende muito de Globalização.
Não deu outra! Esse negócio de ficar meio em Londres meio em São Paulo não tava com nada mesmo!
Bom mesmo é ser inteiro. É ser dois. É ser um só.
rz
















































































































































