Baú de ‘antes do grande dia’ Category

Dos textos que escrevo diariamente, quase que como uma oração de desejo por mais um dia bom que se fará, muitos me marcam de certa maneira que ecoam pelo lado de dentro do peito mesmo depois de algum tempo de seu ponto final.
Vai ver é justamente por isso que tento sempre terminar minhas idéias do mesmo jeito calmo e sincero que começam.
Para que sejam atemporais.
Para que sejam verdadeiras como se conceberam.
Aliás, ser verdadeiro é das coisas que mais nos assustam.
Me enquadro nisso, sem dúvida.
Afinal de contas, quantas vezes deixamos de ser nós mesmos por qualquer motivo que fosse.
É aquela antiga história de que sempre crescemos ouvindo e absorvendo:
Todos querem ter um grupo. Todos querem ser iguais a outros.
O ponto básico é que a gente vai amadurecendo, e vai colocando os braços, o corpo e as idéias todas para fora da caixa.
Feliz daquele que ao longo disso consegue perceber que por mais ator que seja, fingir ser de verdade é sempre a pior das brincadeiras.
As regras não são claras e a gente fica com aquela cara de que se esqueceu de colocar a máscara.
Somos, no conceito mais singelo da genética, singulares.
Embora as novelas da Globo já tenham mostrado que a ficção quer tornar duas pessoas idênticas. Sou daqueles céticos que acredita que ser de verdade, será sempre impossível.
Somos esponjas multicelulares únicas. Absorvemos sensações, esparramamos emoções cada um de jeito.
E não há motivo para se envergonhar de ser. Mas sim de não ser, ou de querer ser.
Querer é poder desde que a gente vá lá e faça.
Desde que a gente vá lá e seja!
Seja com beijo, com abraço, com carinho, ou tudo isso num treino de bicicleta, do jeito verdadeiro da Fê e do Léo às vésperas do casamento.

rz

 

Fotografia e Filmes de Emoção

 

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Fotografia e Filmes de Emoção

 

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A gente sempre busca uma referência para tudo.
Queremos uma roupa, porque alguém disse que é tendência.
Buscamos um livro novo, porque alguém disse que a história é boa.
Ouvimos músicas diferentes, porque são os hits do momento.
Normal. Comum. Cotidiano.
Mas, qual seria o real motivo para as referências?
Temos medo de ser nós mesmos?
Ou temos medo de ser tão diferentes a ponto de nos assustarmos?
O que, afinal é ser diferente?
Não que saibamos a definição, mas certamente uma série de adjetivos para o tal.
E dentre os pejorativos e os ‘bullynísticos’ está certamente: louco.
Ser louco é ser fora do normal. Mesmo que a gente não tenha certeza do que isso realmente queira dizer.
E normalmente, embora assuste, nem todo louco é louco negativamente.
Já diziam os poeta mutantes: “mais louco é quem me diz, e não é feliz.”

Taí. Para ser feliz a gente precisa de uma certa dose de loucura.
Não por ser maluco, mas por ser diferente mesmo.
Por fugir do normal, e aí então nos arrancar suspiros e sorrisos.

Não sei quem é mais louco, se eu, ou se a Marina.
Afinal de contas, até as vésperas de seu casamento, ela simplesmente tinha abdicado de sua Lua-de-mel.
Foi então, que mandou um e-mail para esse maluco aqui, quando soube que eu estaria em terras baianas.
A maluquice falou alto. Passagens compradas e malas feitas em menos de 3 dias.

Na verdade, doido mesmo foi nem contar para o Cleber o que eles tinham ido fazer em Porto Seguro.

Mas tudo bem, ele aceita bem as loucuras da Marina! E é feliz. E são felizes.

rz

Fotógrafo de Casamento Porto Seguro

 

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Fotógrafo de Casamento Porto Seguro

 

 

Fotógrafo de Casamento Porto Seguro

 

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Fotógrafo de Casamento Porto Seguro

 

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Fotógrafo de Casamento Porto Seguro

 

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Sonhar um sonho não significa somente tirar os pés do chão.
Penso eu na verdade que seja justo o oposto.
Pensar, estudar, criar, ousar e só então realizar.
Afinal de contas, com os pés no chão sempre pensei que podemos chegar bem mais longe.
Seja em um passeio numa manhã bacana.
Seja no espaço que nos separa de dizer um ‘Sim’ para a vida inteira.
Sonhar é bom demais.
Realizar é sem dúvida melhor ainda.
Voar nesses casos é quase um suicídio.
Melhor mesmo, ficar na ponta dos pés.
Alto o suficiente para alcançar as maiores idéias.
Baixo o suficiente para poder voltar para o chão caso as forças que nos mantenham alto sejam perdidas.

Estar em um plano real, vivendo o sonho é o primeiro passo para torná-lo realidade.
Casamento é sonho.
Casamento é realidade.

Pesquisar muito é regra. Sonhar bastante também.

E se todas as pedras recolhidas ao longo desse caminho para construir o sonho, fossem tiradas dos caminhos que outras pessoas também percorrerão? Pois é, a Ana Paula resolveu criar um blog, juntar idéias, reunir aventuras e contar suas realizações durante a conquista do grande sonho dela com o Wilson. E deu muito certo! Vale a visita!

http://www.noivaanasix.blogspot.com/

Enquanto não chega o dia 01 de Outubro, o passeio que fizemos pelas serras de São Paulo foi um primeiro passo para a recordação da conquista. E foi muito gostoso!

rz

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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