Somos hoje quem somos porque uma série de fatores nos tornou assim.
Os fatores bióticos.
Os fatores históricos.
Os fatores emocionais.
É bem verdade que lendo isso que acabo de escrever, me lembro das aulas de história em que falávamos sobre o determinismo.
Ok, não é nem de longe essa a intenção. Mas sim, reiterar do modo mais puro que possa de que sim, somos feito daquilo que já fomos um dia, e daquilo que queremos ser num futuro próximo.
Espelhar-se é sensação.
Sentir é coração.
E não que haja uma ordem para isso acontecer.
As vezes o que nos foge o controle é realmente o que mais necessitamos.
Há algum tempo, trouxe de volta para a fotografia quem havia me colocado nela há longos anos.
O nome dela? Mãe. Ah, disse nome né? Carmen Zapico.
Contrariando o provável, me fiz pai, enquanto filho. Me fiz irmão, enquanto coração. Me fiz chefe, enquanto subordinado.
E tudo teve um propósito: vê-la brilhar.
Não como uma estrela, mas como uma alma extravasando os limites do tangível.
Como quem tem honra, como quem tem humildade, como quem erra, como quem continua, como quem consegue.
Sentir, e fazer encantar.
Seguir, e sorrir sempre.
No fim das contas, há sempre aquela competição entre os filhos para saber qual mãe é a melhor do mundo, não é?
Entre tantas as que dão carinho, cozinham, abraçam, lavam a roupa, cuidam do machucado, a minha não contente só com isso, ainda GANHA PRÊMIOS INTERNACIONAIS.
Desculpa pessoal, mas a MELHOR MÃE DO MUNDO, é minha.
E ó, que o juri nem é composto só por mim!! =)
Te amo, mãe! Você arrasa! :)
E pra vocês entenderem só o tamanho do orgulho, resultado do concurso INTERNACIONAL DE FOTOGRAFIA DE CASAMENTO:
Carmen Zapico, a mãe.
PS.: Obrigado Danilo Siqueira, pelo convite para o casamento da Maria Paula, ganhamos uma foto ó! :)
E já que os prêmios não são o que nos move, um pouco dos encantamentos que foram enviadas para este concurso:






















