Baú de ‘contando as novidades’ Category

Somos hoje quem somos porque uma série de fatores nos tornou assim.
Os fatores bióticos.
Os fatores históricos.
Os fatores emocionais.
É bem verdade que lendo isso que acabo de escrever, me lembro das aulas de história em que falávamos sobre o determinismo.
Ok, não é nem de longe essa a intenção. Mas sim, reiterar do modo mais puro que possa de que sim, somos feito daquilo que já fomos um dia, e daquilo que queremos ser num futuro próximo.
Espelhar-se é sensação.
Sentir é coração.
E não que haja uma ordem para isso acontecer.
As vezes o que nos foge o controle é realmente o que mais necessitamos.

Há algum tempo, trouxe de volta para a fotografia quem havia me colocado nela há longos anos.
O nome dela? Mãe. Ah, disse nome né? Carmen Zapico.

Contrariando o provável, me fiz pai, enquanto filho. Me fiz irmão, enquanto coração. Me fiz chefe, enquanto subordinado.
E tudo teve um propósito: vê-la brilhar.
Não como uma estrela, mas como uma alma extravasando os limites do tangível.
Como quem tem honra, como quem tem humildade, como quem erra, como quem continua, como quem consegue.

Sentir, e fazer encantar.
Seguir, e sorrir sempre.

No fim das contas, há sempre aquela competição entre os filhos para saber qual mãe é a melhor do mundo, não é?
Entre tantas as que dão carinho, cozinham, abraçam, lavam a roupa, cuidam do machucado, a minha não contente só com isso, ainda GANHA PRÊMIOS INTERNACIONAIS.
Desculpa pessoal, mas a MELHOR MÃE DO MUNDO, é minha.
E ó, que o juri nem é composto só por mim!! =)

Te amo, mãe! Você arrasa! :)

E pra vocês entenderem só o tamanho do orgulho, resultado do concurso INTERNACIONAL DE FOTOGRAFIA DE CASAMENTO:

Carmen Zapico, a mãe.


Rodrigo Zapico, eu.

 

PS.: Obrigado Danilo Siqueira, pelo convite para o casamento da Maria Paula, ganhamos uma foto ó! :)

E já que os prêmios não são o que nos move, um pouco dos encantamentos que foram enviadas para este concurso:

 

 

 

 

 

 

Pensar é uma dádiva que nem sempre é muito bem utilizada.
Agimos. Pensar, as vezes fica para depois.
E o depois, pode ser que não tenha mais tempo de acontecer.
Uma pena, mas, é assim que algumas coisas se sucedem.
Acredito que as crianças se destacam mais que os adultos em uma coisa muito importante: curiosidade.
Querem saber os ‘comos’, os ‘porquês’, os ‘o quês’, e tudo mais que possa levar um ponto de interrogação ao final da frase.
Desvendar significados nos leva a entender coisas que seriam fajutas sem que eles existissem.
Sim, a vida precisa de muitos porquês para fazer sentido.
E mesmo que não sejam as vezes os porquês que desejaríamos ouvir, ou saber, são os porquês que nos levam a idéia de que sim, de uma maneira mais moderna, os fins, justificam os meios.

Confesso gostar muito de conhecer novas culturas.
Entendê-las, estudá-las, absorvê-las.
Acredito que um grande interior se faz juntando pedrinhas externas a nós.
Todo mundo tem um lado positivo no final das contas, ainda que ele seja um lado pequenino, sempre existirá.

Recentemente tive o prazer de conhecer de perto os preciosos detalhes que antecedem a passagem da vida infantil, para a vida adulta de um garoto que decidiu honrar a cultura judaica, com todos as suas várias significâncias.
Bruno e seu Bar Mitzvah. Em filme como na vida real.

rz

 


 

 

Confesso que me lembro do frio da barriga ainda.
Eram meados de Outubro de 2009 e um e-mail esperado durante semanas acabava de pipocar na minha caixa de entrada.
Havia sido aceito para a seleta International Society of Professional Wedding Photographers – ISPWP.
Na época, as cores verde amarelas não somavam mais que duas dezenas de corações que se encantavam e se tornavam parte do encanto das emoções que registravam.
Ao contrário do que seria o proposto pela sociedade ao se conseguir um ‘selo’, não me acomodei.
Penso hoje que talvez aquele dia 19 de Outubro tenha sido o meu maior impulso para seguir contando histórias de um jeito cada vez mais particular.
Cada vez mais do jeito que elas acontecem.
Cada vez mais sentindo e entendendo todos os porquês que me motivariam mais a ser um fotógrafo de emoções.
Hoje, quase 2 anos depois o frio na barriga se repete, o envelopinho acende na tela, e o que leio me faz querer sorrir.
Havia tentado há algumas semanas entrar para outro seleto grupo de grandes fotógrafos, a Wedding Photojournalist Association – WPJA.
Pois bem, as letras que acabei de ver fizeram tremer o coração.
Depois de analisarem o portifolio e meu conceito visual, julgaram que o trabalho desenvolvido se encaixava melhor no Guia Artístico da Associação.
Pausa.
Outro sorriso.
Agora, de um super-proud-member do “Artistic Guild of the Wedding Photojournalist Association”
Sim, super honra mesmo. Afinal, lá estão catalogadas obras impecáveis de grandes artistas da luz ao redor do mundo, inclusive alguns grandes brazucas que por lá fazem muito bonito, né não Renato D’Paula, Juliana Mozart?
E aí, antes que digam que isso é só um selo.
Sim, dependendo do ponto de vista é realmente só um selo.
Para mim, é um selo que me faz sair da zona de conforto e buscar fazer por merecer estar em um Guia Artístico daqueles que sentem, antes de mais nada.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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