Baú de ‘repassando experiências’ Category

Quem me conhece um pouco mais de perto, ou até mesmo que tenta montar o quebra-cabeças de sentimentos que espalho por aqui em cada um dos posts deve já ter percebido o quanto eu prezo a parte ‘coraçonal’ da coisa.
Seja a coisa, o trabalho.
Seja a coisa, a diversão.
Seja a coisa, a maior de todas elas: a vida.
Para mim, entregar-se tem que começar no coração. De verdade mesmo.

Há alguns dias, pude compartilhar algumas incríveis horas na companhia de 5 outros corações que estavam apostando suas novas emoções nas experiências as quais estava ali, disposto completamente a nudificá-las.
Tinha gente de BH, tinha gente do ABC, tinha gente de todo o canto.
O que importava mesmo pra mim, não era uma classe abarrotada de gente as vezes até um pouco desinteressada.
Mas que fosse o número exato daqueles que me permitissem compartilhar.
Não era de onde vinham, mas para onde poderia eu ajudá-las a irem depois daqueles dois dias intensos de trocas.
Me desculpem os amigos que estiveram presentes no 1º Workshop de Video-Fusão do Brasil, ano passado, em Julho (Entre eles os parceiros de alma, Júlio – Luminifoto – e Renato D’Paula)  mas este ano, achei que uma sala não era grande o bastante para guardar o tanto de sonhos e vontades de superação que todos nós tínhamos lá.
Saímos.
Viajamos.
Fomos parar na beira de uma represa, com um sol danado de lindo para nos brindar.
Meu irmão diria que na escola chama-se isso de ‘Estudo do Meio’.
Eu concordaria, porque estudamos o meio, e nos divertimos por inteiro.
Com aula dentro do mato.
Borboletas tirintando suas asas.
Sol brincando de emocionar.
E um casal feliz da vida para nos ajudar a tirar tudo da teoria e fazer a prática acontecer.

Obrigado, de coração, a todos os que participaram do 2º Workshop de Video-Fusão! Obrigado por permitirem que eu falasse, ouvisse e quem sabe, norteasse novos caminhos.
Fiz grandes amizades. Reforcei algumas. E repassei coração. Muito coração.

Obrigado Bruno e Bebeto Guimarães,  Gustavo Gaiote, Lais Guadanhim, Carlos Magno, Cilá Fonseca e Marcelo Guanabara. De verdade mesmo.
Eu dooei. Mas recebi muito em troca.
Muito mesmo.

rz

PS.: As fotos assinaladas com ‘Marcelo Guanabara‘ são deste rapaz aqui ó. Músico, muito talentoso. E futuro parceiro meu na fotografia. Viu ô noivo-fotógrafo?
PS2: Agradecimentos super ao Refúgio Cheiro de Mato que nos acolheu super bem! Se vocâ ainda não passou um final de semana lá, não sabe o que tá perdendo.

 

 

 


 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


U  P  D  A  T  E

Devido a duas parcerias importantes que estou trabalhando no intuito de fechar para enriquecer ainda mais o conteúdo do Workshop de FUSION, decidimos postergar por 1 mês a data de realização deste, em São Paulo.
Espero que me entendam! E sério, em Maio as novidades serão absurdas!

NOVA DATA – 24 E 25 DE MAIO DE 2011.

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Preciso confessar que por algum tempo hesitei em fazer este post.

Não pelo que de fato carregará em suas linhas e entrelinhas, mas pela energia que poderá desencadear em quem ousar apostar no que em breve aparecerá.
Se é ruim? Não não.
Muito pelo contrário. É daquelas bem fortes e inexplicáveis. Pacientemente emocionante. E aí que está a grande incógnita da questão:
- Quem vai querer emocionar e se fazer emocionar?
Ao longo dos trabalhos que venho fazendo, esse lance de ‘eternizar’ momentos vem me cedendo cada vez mais um quê de responsabilidade severa deliciosa. É sobre escolher e ser escolhido. Sobre se entregar e receber de volta o que ninguém naquele mesmo momento seria capaz de receber.
É sobre encantar-se. E sim, fazer se encantar.
Olho constantemente para muitos trabalhos de brasileiros e realmente fico feliz de ver onde a fotografia pode nos levar. Subdesenvolvimento? Em outras áreas, ok? A fotografia de casamento, por exemplo, tem dado exemplos claros de hiper-desenvolvimento. Como se todos tivessem acordado de um sono profundo e quisessem tirar o atraso de décadas em um ou dois anos.
E tem dado certo. Bem certo aliás.
Para quem não sabe, ano passado estive fazendo uma visita ao Tio Sam, e contrariando muitas expectativas, familiares e de amigos, não fui estudar fotografia e sim cinema.
É, o lance de fotografar 24 vezes em 1 segundo tem me encantado cada vez mais. Mesmo!
É como se a emoção não parasse no instante de uma imagem estática.
É como se pudesse exprimir uma sensação continuamente ímpar segundo a segundo.
E tem sido incrível.
Os três filmes que venho desenvolvendo desde então: Fusion Ensaio, Fusion SDE e Quinze Minutos, têm claramente elevado minha capacidade de ver e sentir a níveis que eu jamais podia imaginar. E sim, estou bem contente com isso!
Mais contente ainda fiquei no ano passado, quando alguns pares de grandes olhos apostaram nessa minha maluquice e compartilharam comigo 2 dias severamente importantes no 1º Workshop de Imersão a Vídeo-Fusão do Brasil.
Entre eles, o papai do ano, Renato D’Paula que desde então havia me pedido – em off – que fizesse um daqueles vídeos para a chegada de sua filhota. E que vídeo né?
Meses depois, vídeos depois,  pedidos depois, decidi tomar o ano de 2011 como aqueles 365 dias de grandes trocas.
Mudanças? Não sei, mas grandes vontades.
E então, pensei em de novo partir para o desafio de ensinar, não só a utilizar as ferramentas, mas a sentir de um jeito diferente e totalmente pessoal o que se passa diante de nossos olhos, naquele instante que o coração se aperta e os dedos manuseiam a máquina de fazer memória.

Aí é assim, quem estiver disposto a apostar nessas coisas malucas de sentir e trabalhar com a emoção falando tão algo quanto qualquer técnica será super mega bem-vindo ao 2º Workshop de Imersão a Vídeo Fusão que vai rolar nos dias 14 e 15 de Abril em São Paulo, aqui no estúdio.

A data também não é por acaso não viu?! Pensei no pessoal que me pediu WS fora de São Paulo ano passado e que provavelmente virá para o Congresso Fotografar, portanto, já ajuda né? Uma viagem só e um montão de coisas bacanas na bagagem! :)

Quer saber mais? Só dar uma olhadinha no flyer logo abaixo.
Quer saber mais ainda? workshops@rodrigozapico.com

Quer se inscrever? Clica aqui.

Há quem contente-se com o sucesso próprio.
Inclusive há quem diga que é pensando em nosso próprio umbigo que conseguimos engordar algumas qualidades.
Discordo. E por completo.
Crescer juntos nos torna maiores.
De braços dados se chega muito mais longe que caminhando por uma estrada solitário.
O medo de se perder é muito maior quando se está sozinho. E sim, isso é um fato.
Quando acreditam em nosso trabalho e confiam em nossas maluquices, se doar por completo é na verdade receber uma porção de sorrisos que poderiam encher uma página inteira de recados bacanas sobre o que causamos.
É isso, exatamente isso. Lei de Causa e Efeito.
Se buscamos ser mais, precisamos realmente ser mais para alguém, para alguma coisa ou por algo.
Precisamos mesmo passar por cada dia e por cada momento tendo a real noção de que a vida não vai parar.
Precisamos ver.
Precisamos sentir. E se isso conseguirmos, certamente seguiremos no nosso caminho com luzes claras, seja de um sol no meio das plantas, seja de um novo dia que aparece.
Foi bem assim que eu decidi fazer de meu 2011.
Depois de 2 dias super intensos em São José dos Campos, estive diante de outros 9 pares de olhos a me seguir em cada movimento durante outro final de semana extasiante. Desta vez em São Paulo.
E foi incrível. Mais uma vez.
Me dooei.
Estavam dispostos a receber.
E a equação deu super certo.
A paixão pelas imagens encantadas em um instante falou mais alto. Bem mais alto.
Obrigado pessoal pelo Workshop super gostoso que fizemos juntos neste sábado e domingo!
Foi muito, muito bacana mesmo!
Nos encontraremos mais adiante em algumas das curvas que encararmos pelos caminhos que certamente virão!
E vai ser o máximo de novo!

Arrebentem!
E levem sempre com vocês sempre a certeza mais básica de todas:
A fotografia vai surgir no coração de vocês antes que qualquer equipamento fale mais alto.

rz

E agora, com vocês, a mini-exposição do workshop!

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