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Dia desses ousei escrever algo sobre surpreender.
E olha que não quis ser eu, o surpreendente, ao deixar escapar as palavras que fazem morada aqui do lado de dentro.
A intenção foi simples e sincera: antes de surpreender, prefiro mesmo ser.
Sorte nossa é que evoluímos constantemente.
Não há verdadeiramente nenhum dia que não possa ter acrescentado algo a nossa essência.
Somos mudança.
Somos diferença.
Somos a busca constante pelo que nem sequer sabemos o que é.
Mas isso é que é divertido.
Afinal de conta nos torna insaciáveis.
Por sensações.
Por novidades.
Por multiplicidade.
‘Ser’, ainda tem para mim um peso emotivo muito grande.
Mas é diferente.
Antigamente faria uma comparação direta: “Ser é muito mais importante que surpreender”.
Aprendi porém, queo que se sente não se compara e, portanto, surpreender não é melhor nem pior que ser. É complemento.
Na realidade, isso faz muito mais sentido.
A gente surpreende quando é.
A gente simplesmente é, quando surpreende.
Ou vai dizer que você esquece o que te motiva quando planeja surpresas?
Pelo contrário.
O que somos nos faz lutar mais para que a surpresa seja surpreendente, por mais pleonasmo que isso possa parecer.
E o bom é que da idéia a execução desses planos mantemos um ingrediente em alta concentração: “Nós.”

O culpado por me fazer mudar esse conceito?
Ronaldo, hoje, marido da surpreendida Carla.
Ele, que planejou uma surpresa cantada no casamento, ainda confiou na minha surpresa aqui no blog.
Afinal de contas, esse que vos fala hoje não sou eu, certo?




















































































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Um comentário

  1. Ronaldo, o noivo! disse:

    Fantástico!!! Esta é a palavra que resume todo este momento, ao ver o trabalho maravilhoso de um grande artista, Rodrigo Zapico.

    Obrigado por registrar com muita sensibilidade o dia mais especial das nossas vidas!

    Já está convidado para fotografar nosso filho. A data vai depender da noiva, rs…Espero que não demore muito! Abraço!!!

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Fotografia e Filmes de Emoção

A gente não busca histórias perfeitas.
A gente conta histórias verdadeiras.
E por assim ser, especialmente únicas.

Não que elas dependam da gente para acontecer.
Mas sim, dependem orgulhosamente da gente para permanecer.

O click é de fato o som do infinito.
O instante não volta.
A Fotografia jamais vai.
A emoção nunca pára.

Tome seu tempo.
Reviva seus sonhos.

Rodrigo Zapico