A gente vive na correria.
Por mais tranquilo que você esteja, assim que alguém te pergunta “E aí? Como estão as coisas?”, você, num ato de inércia dos tempos modernos responde: “Tudo ótimo, na correria.”
Você pode ter acabado de voltar de férias.
Você pode estar no meio de um trabalho absolutamente difícil.
O padrão da resposta não é o descaso com quem quer saber de nós.
É apenas o botão automático da vida maluca que levamos apertado fundo.
Viver, é no fim das contas, a única coisa que não conseguimos deixar para depois.
E mesmo assim as vezes a gente deixa.
Não para um depois longo, mas talvez para um outro dia, e depois outro, e outro.
Se isso é ruim? Olha, bom, bom, booooom não é né?
Mas, imporante mesmo é seguir em busca do que queremos e não só do que devemos fazer.
Um dia, aquele dia chega. E aí, a gente fica feliz, sorri e quer mais, muito mais dias como aquele.
Durante vários, vários anos, váááários anos a Mi ouviu o Caue dizer que eles precisavam muito fazer um piquenique no Parquinho do Morumbi, porque o parque era lindo, tinha muito significado para ele, e mais uma porção de coisas.
Sorte nossa que a Mi não desistiu de seu passeio no parque e mais sorte ainda que o Caue fez o convite a ela e nos avisou antes! =)
Agora mais, maaaaais sorte ainda que o Félix, o gato, nos liberou para invadir seu território!
PS.: Essa é a primeira parte. Surpresas logo mais! =)
rz































































































































































