Baú de February, 2012

O gosto por fotografia é daquele tipo de coisa que não é necessariamente algo que se ganha ao longo da vida.
Acredito que todos nascemos com ele.
Uns mais, outros menos, mas é bem verdade que todos com uma parcela dele.
Um bebê adora tocar as fotografias em que se vê.
Uma adolescente adora se enxergar um pouco top-model nas imagens de si mesma no seu computador.
Uns casais adoram se contorcer para fazer aquela foto incrível dos dois diante do Coliseu.
É como se todos quiséssemos viver, contar, fabricar e depois ainda tocar todas essas lembranças de dias únicos que nos acontecem.
Anos atrás quando reparei que isso era realmente uma verdade absoluta, pensei o quanto o gosto pelas imagens estáticas poderia evoluir para alguma coisa mais dinâmica, com o acréscimo de voz, de fala, de emoção.
Foi exatamente aí que a maçã caiu em minha cabeça.
Percebi que adoramos filmes verdadeiramente porque nos sentimos numa mistura sinestésica mágica:
Temos o que a foto já nos dava, a imagem. Mas com uma coisa a mais, o áudio.
E aí pessoal, é como se revivessemos aquelas cenas, mas com alguém nos contando como tudo aconteceu.
Não preciso nem discorrer sobre a importância óbvia daqueles contos de fada, contados a pouca luz antes de cada boa noite né?
Pois então, contar – e ouvir – histórias é coisa que já vem programada no nosso primeiro setup.
Ao longo de nosso trajetória vamos somando emoções, acumulando vivências e juntando novas esperanças.
A idéia de ter um filme em que você conte histórias não é nada egocentrico. Muito pelo contrário. É para brincar de ter o seu conto de fadas.

Lembra do piquenique perfeito?

Então, a Michelle e o Caue resolveram não só fotografar aquele dia delicioso, como também fazer um filme de tudo aquilo, contando sua história, a história do piquenique e o amor dos dois.

Assiste aí! =)

Contando Histórias - RODRIGO ZAPICO

 

* Não deixe a velocidade da internet parar sua emoção. Aperte o Play aqui embaixo, Pause, deixe a barrinha carregar e só então respire fundo e divirta-se, tá?

A gente vive na correria.
Por mais tranquilo que você esteja, assim que alguém te pergunta “E aí? Como estão as coisas?”, você,  num ato de inércia dos tempos modernos responde: “Tudo ótimo, na correria.”
Você pode ter acabado de voltar de férias.
Você pode estar no meio de um trabalho absolutamente difícil.
O padrão da resposta não é o descaso com quem quer saber de nós.
É apenas o botão automático da vida maluca que levamos apertado fundo.
Viver, é no fim das contas, a única coisa que não conseguimos deixar para depois.
E mesmo assim as vezes a gente deixa.
Não para um depois longo, mas talvez para um outro dia, e depois outro, e outro.
Se isso é ruim? Olha, bom, bom, booooom não é né?
Mas, imporante mesmo é seguir em busca do que queremos e não só do que devemos fazer.
Um dia, aquele dia chega. E aí, a gente fica feliz, sorri e quer mais, muito mais dias como aquele.

Durante vários, vários anos, váááários anos a Mi ouviu o Caue dizer que eles precisavam muito fazer um piquenique no Parquinho do Morumbi, porque o parque era lindo, tinha muito significado para ele, e mais uma porção de coisas.
Sorte nossa que a Mi não desistiu de seu passeio no parque e mais sorte ainda que o Caue fez o convite a ela e nos avisou antes! =)
Agora mais, maaaaais sorte ainda que o Félix, o gato, nos liberou para invadir seu território!

 

PS.: Essa é a primeira parte. Surpresas logo mais! =)

rz

Ensaio Casal - RODRIGO ZAPICO

 

Ensaio Casal - RODRIGO ZAPICO

 

 

Ensaio Casal - RODRIGO ZAPICO

 

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ENSAIO CASAL - Rodrigo Zapico

 

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ENSAIO CASAL - Rodrigo Zapico

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Ensaio Casal - Rodrigo Zapico

 

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Ensaio Casal - Rodrigo Zapico

Dos textos que escrevo diariamente, quase que como uma oração de desejo por mais um dia bom que se fará, muitos me marcam de certa maneira que ecoam pelo lado de dentro do peito mesmo depois de algum tempo de seu ponto final.
Vai ver é justamente por isso que tento sempre terminar minhas idéias do mesmo jeito calmo e sincero que começam.
Para que sejam atemporais.
Para que sejam verdadeiras como se conceberam.
Aliás, ser verdadeiro é das coisas que mais nos assustam.
Me enquadro nisso, sem dúvida.
Afinal de contas, quantas vezes deixamos de ser nós mesmos por qualquer motivo que fosse.
É aquela antiga história de que sempre crescemos ouvindo e absorvendo:
Todos querem ter um grupo. Todos querem ser iguais a outros.
O ponto básico é que a gente vai amadurecendo, e vai colocando os braços, o corpo e as idéias todas para fora da caixa.
Feliz daquele que ao longo disso consegue perceber que por mais ator que seja, fingir ser de verdade é sempre a pior das brincadeiras.
As regras não são claras e a gente fica com aquela cara de que se esqueceu de colocar a máscara.
Somos, no conceito mais singelo da genética, singulares.
Embora as novelas da Globo já tenham mostrado que a ficção quer tornar duas pessoas idênticas. Sou daqueles céticos que acredita que ser de verdade, será sempre impossível.
Somos esponjas multicelulares únicas. Absorvemos sensações, esparramamos emoções cada um de jeito.
E não há motivo para se envergonhar de ser. Mas sim de não ser, ou de querer ser.
Querer é poder desde que a gente vá lá e faça.
Desde que a gente vá lá e seja!
Seja com beijo, com abraço, com carinho, ou tudo isso num treino de bicicleta, do jeito verdadeiro da Fê e do Léo às vésperas do casamento.

rz

 

Fotografia e Filmes de Emoção

 

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