Quando muito tempo atrás, a diversão básica dos grandes filósofos era discutir e propor novas lógicas para apontar qual era o verdadeiro centro do Universo.
Também pudera: Eles não tinham Facebook.
Como você queria que eles fizessem o tempo passar mais rápido?
Acreditava-se que a energia das coisas se desprendia do centro delas, para as extremidades.
Por justamente assim ser, não fica difícil adivinhar qual parte do ‘todo’ era realmente mais importante para eles.
Os tempos se passaram, Mark Zuckerberg virou tema de Hollywood e ainda assim o que mais vemos são disputas de atenção.
Essas três sílabas têm um poder danado sobre a parte interna de quase todos nós.
Sim, somos carentes de pai, mãe e história.
Queremos ser, queremos aparecer
Mas, como já dizia algum poeta boêmio: há sempre uma luz no fim do túnel.
Porque afinal, crescemos, amamos, casamos e vemos nossas crias levarem em si toda a nossa auto-atenção.
E só aí, a gente para e percebe que os barbudos de tempos antigos não sabiam de nada.
Afinal de contas, o centro das atenções mesmo é o amor que desprendemos de nós.
Ainda mais quando no dia de seu casamento, o motivo do maior de todos os seus sentimentos, resolve participar para valer! :D
rz, direto da véspera de mais uma primavera completa.



































































































































