Baú de November, 2011

Os prêmios da vida real.

November 30, 2011

Superação.
Do verbo superar.
Da vontade nítida de ser mais.
Crescer.
Não em tamanho, mas em proporções não passíveis de medida.
Alcançar o que não se tinha.
Buscar o que não se esperava.
Sonhar.
Lutar.
Realizar.
Comecei o dia hoje dizendo que embora nunca tenhamos a certeza do resultado das nossas ações, temos sempre a consciência real de que sem ações, certamente não haverá resultados.
Pois é. Bem assim mesmo.
Sem sonho, não há realização.
Sem coracão, não há emoção.
Sem história, não há fotografia.
E por assim ser, quando ouvimos falar de prêmios de fotografia, acho super justo não só homenagear o artista.
Mas sim, ressaltar a vida real.
Ela que nos deu a chance de através de alguns vidros e um músculo pulsante deixar na esfera do ‘para sempre’ aquele momento.

Se prêmios são piegas?
Não sei o que você pensa.
Aliás, você achava aquele elogio de sua mãe sobre a sua nota na escola piegas?
E a estrelinha que você sempre buscou ganhar da professora nas suas tarefas?
Não achou o máximo quando seu pai te viu andando de bicicleta pela primeira vez?
Então, a mãe se tornou uma banca de jurados.
A escola se tornou a vida.
A vontade de sempre querer mais? A mesma.

Essa é foi uma semana que começou com mais dois prêmios no Concurso Mundial de Outuno da ISPWP para a família Zapico!
(Volto a dizer: minha mãe arrasa!)

 


E aí, que tivemos agora no meio da semana a incrível satisfação de ver 5 imagens nossas classificadas entre as 10 finalistas de 4 categorias distintas para o Juri Popular do 1º Wedding Awards.
Tantos números para simplesmente refletir uma única coisa:
A grande premiada é sempre a memória.
Já dizia a poesia, lembrar é fácil para quem tem memória. Esquecer é difícil para quem tem coração. E fotografia também.

CATEGORIA DAMAS/PAJÉNS

 

Fotografo Finalista Wedding Awards
Se você achou que esse capítulo da história da Daminha absolutamente contente por estar participando de um super casamento vale seu voto, clica aqui?

CATEGORIA EMOÇÃO

 

Fotografo Finalista Wedding Awards
E o encontro da Adriana com seu avô, sentado ao primeiro banco da igreja, super atento a neta que se entregou para a felicidade de uma vida ao lado do Dani, vale seu voto? Clica aqui.

 

Fotografo finalista Wedding Awards

E um olhar que busca escapar os caminhos da lágrima simplesmente porque estar ali, sentindo o calor das mãos da noiva, o faz viajar em tempos que a memória sempre quis reviver, é bonito de verdade? Se acha justo um voto que não precisa de explicação, clica aqui!

 

CATEGORIA NOIVA

 

Fotografo finalista Wedding Awards
E aí que você é honrosamente convidado a registrar o momento mágico da união de dois mineiros que sonharam alto e criaram o clima mais incrível possível para um casamento na Praia, em Porto Seguro. A noiva, estonteantemente linda, não tinha outra maneira de viver aquilo tudo que não fosse sorrindo. A Carol merece, não merece? Clica aqui!

CATEGORIA O BEIJO

Fotografo finalista Wedding Awards
Há quem diga que a vida imita a arte. Eu bem acho que de galã de cinema e modelo de passarela a Gabi e o Dustin têm tudo, mas, me conta, que beijo é esse?! Toda vez que mostro o álbum deles no estúdio o mais difícil é fazer com que todos acreditem que sim, eles são um Casal de ‘VERDADE’! Também pudera né? Mandaram muito nesse beijo, né? Já foi até capa de Revista!! Vale o voto?! Clica aqui!

Então, como bem faltou dizer, muito obrigado, não só pelos votos, mas por permitir se encantar. :)

rz

Somos seres que precisamos de uma certa dose de realidade para viver.
Buscamos explicações para o que sentimos e para o que buscamos sentir.
Queremos entender o porquê das coisas, como se assim tivéssemos a justiça pelo sentimento.
Nos apegamos a fatos, a histórias, a crenças.
Queremos mostrar a todos que seguimos algum pensamento em comum.
Muito embora saibamos que dentro de nós, tudo toma outras formas.

Sonhar é bom demais.
Mas queremos saber o que acontecerá quando os olhos se abrirem.
Não é que não confiemos no que não vemos.
É que preferimos enxergar, para então acreditar.
Vai ver é uma espécie de sinestesia emocional essa.

Mas como sempre para toda a regra, há uma exceção, o amor, é uma delas.
Não vemos.
Sentimos.
E estamos infinitamente completos por isso.

Confiamos em muitas coisas, mas é nele que temos nosso porto-seguro.
Desejamos diversos sentimentos, mas é com ele que nos vemos satisfeitos.
Queremos ter tudo, mas nos sentimos repletos quando o sentimos recíproco.

É, chego a arriscar que a maior de todas as nossas crenças é mesmo o amor.
Quando é posto a prova, se faz grande.
Quando se parece esquecido, revive e nos faz viver.
Quando está calado, grita em nosso coração.

E quando está em festa, se faz presente, entre 2 ou 200 corações.
Entre aqueles que amam.
Entre aqueles que creem no amor como o começo do futuro.

Thássia e Guilherme, entre muitos amigos, sob uma benção incrível, vivendo um amor que não se conta em poucas páginas.

rz

 

Via Appia | Fotografia de Casamento

 

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Ah! A propósito…querem ver a Thá e o Gui contando a história deles?

Muitos vivemos buscando inspiração e criatividade suficiente para surpreender quem já nos conhece, quem ainda não nos conhece, e quem talvez um dia vá nos conhecer.
É o chamado instinto de superação.
Ou, simplesmente, a vontade de querer ser mais.

Em termos de profissão, trabalhamos mais, estudamos muito, tentamos novas coisas.
Em termos de relacionamentos, paparicamos mais, amamos mais, presenteamos mais.

O que acontece mesmo é que, como disse alguns meses atrás, evoluimos de verdade quando passamos a sentir que o importante mesmo não é o quanto de presente somos capazes de dar, mas sim, o quão presentes somos capazes de ser.
Estar é muito mais que a tradução do verbo ‘to Be’.
Ser, é muito mais que um pedaço da frase de um grande pensador.

Passamos muito tempo buscando nos rincões das nossas experiências um motivo a mais para sorrir.
Uma pena.
O que buscamos não se expõe.
O que queremos não está nas prateleiras.

Ser feliz é uma espécie de egoismo. Pois afinal de contas, você não quer comprar. Você quer ter, para você, um motivo que te faça respirar fundo, controlar a emoção e refletir: sim, eu tenho sorte por estar aqui.

19/11/1987. 18h30. Nascia Rodrigo Zapico. Menos que 50cm. Um pouco mais de 2,5kg. E uma força incomparável de viver, embora muitos exames revelassem algumas dificuldades certas nessa simples realização.
19/11/2011. 8h30. Rodrigo Zapico, Menos que 1,70m. Um pouco mais de 65kg. E a consciência exata de que o Cara lá de cima está de mãos dadas com sua alma. Na escolha da sua deliciosa família. Na conquista de cada degrau ao longo de seus exageros. No passeio feliz e apaixonante ao lado de outros incríveis corações que se juntaram nessa jornada.

O fato é que me vi diante das 24 primaveras que talvez nem estivessem bem planejadas para ocorrer naquela quinta-feira de 87. Mas aconteceram.
E aí meu amigo, uma sacodida bem grande de força, erros, acertos e superação.
Se fui sozinho? Jamais.
Tenho medo do silêncio. Dos outros principalmente.

E por assim ser, tenho que agradecer MUITO pelo que me fizeram ouvir com o coração nestes dois dias que se passaram!
É, ela nem estava competindo dessa vez, mas ganhou de novo o prêmio de Melhor Mãe do Mundo.

Não é que a Dona Carmen Zapico, teve a simpática idéia de convidar alguns dos pares de olhos que andam pelos meus caminhos para que juntos desenhassem um motivo a mais para perceber o quão feliz eu sou por estar aqui?
É, teve mesmo! Juntou grandes amigos da fotografia, ex-clientes-agora-amigos, incrível namorada e família inexplicável para que todos me falassem alguma coisa neste dia tão bacana para mim!
Nessa hora, invejei, chorando, uma palavra americana: “Speachless.”
Totalmente.

Ah, e quem, como eu, achou que a Mãezona aí se contentaria com o vídeo…puff!
Está super enganado.
Domingo ainda me inventaram uma festa surpresa bem da deliciosa!

Aí vocês me perguntam, “o que você quer ganhar de presente?”
E eu respondo fácil: outros dias para poder viver assim.
rz

 

 

 

Depois de uma declaração dessas, fica super impossível não colher o lenço e enxugar as lágrimas.
Desculpe, mas sou assim mesmo. O que se sente é para emocionar mesmo.
E agradecer cada um de vocês que confiou na maluquice da minha mãe e a ajudou a tornar tudo real é super importante!
Obrigado mesmo amigos, namorada (Eu te amo!), avós, primo, irmão, Badí, Sogrinha, Cunhado, e todo mundo! :)

Obrigado também aos mais de 150 recados que me chegaram via mundo virtual. Alguns pequenos, outros imensos e outros ainda inundados de boas vibrações!

Saca só a mini-reunião de domingo a tarde! ( Lais, tô esperando as fotos ok?! Humf! )

 

 

RZ | Aniversário

 

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