Baú de September, 2011

É coisa da vida em sociedade, mas a gente vive buscando pessoas iguais a nós.
Não que todos queremos ser idênticos, mas ao menos bem parecidos.
É a tal da afinidade.
Você se relaciona melhor com aquele amigo que pensa como você.
Você tem mais simpatia por aquele escritor que escreve o que você ditaria.
Você quer escolher passar seus últimos dias, com quem te entende, por ser bem igual a você.
E não que isso seja ruim, isso é apenas questão de adaptação.
Nos sentimos mais seguros ao agir, se a pessoa ao lado, fizesse o mesmo que nós e por nós.
Isso é auto-proteção. E quer mais auto proteção que o amor?
Aquilo de ‘completar’ é questão de livro de romance.
O amor mesmo nunca está completo. Porque se estivesse, acabaria.
O amor acrescenta. Mais e mais.
Dentro daquilo que quisemos para nós. Dentro daquilo que cultivamos para nós. Dentro daquilo que fizémos de nós.
Mas, o bacana mesmo, é quando a gente se dá conta disso.
Então, ser igual ou diferente já é detalhe.
A gente deixa isso pra matemática, porque quando o olhar fala, o que conta mesmo é a sintonia.
E essa, simplesmente acontece.

Especialmente quando seu futuro marido avisa que vocês vão cruzar o mundo para viver em outro país.
E mais especialmente ainda, quando você adota essa idéia como sua filosofia de vida.
E mais e mais ainda, quando todos os seus amigos e parentes, fazem de seu casamento, uma festa de até-logo!

Bruna e Willian, de malas prontas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sonhar um sonho não significa somente tirar os pés do chão.
Penso eu na verdade que seja justo o oposto.
Pensar, estudar, criar, ousar e só então realizar.
Afinal de contas, com os pés no chão sempre pensei que podemos chegar bem mais longe.
Seja em um passeio numa manhã bacana.
Seja no espaço que nos separa de dizer um ‘Sim’ para a vida inteira.
Sonhar é bom demais.
Realizar é sem dúvida melhor ainda.
Voar nesses casos é quase um suicídio.
Melhor mesmo, ficar na ponta dos pés.
Alto o suficiente para alcançar as maiores idéias.
Baixo o suficiente para poder voltar para o chão caso as forças que nos mantenham alto sejam perdidas.

Estar em um plano real, vivendo o sonho é o primeiro passo para torná-lo realidade.
Casamento é sonho.
Casamento é realidade.

Pesquisar muito é regra. Sonhar bastante também.

E se todas as pedras recolhidas ao longo desse caminho para construir o sonho, fossem tiradas dos caminhos que outras pessoas também percorrerão? Pois é, a Ana Paula resolveu criar um blog, juntar idéias, reunir aventuras e contar suas realizações durante a conquista do grande sonho dela com o Wilson. E deu muito certo! Vale a visita!

http://www.noivaanasix.blogspot.com/

Enquanto não chega o dia 01 de Outubro, o passeio que fizemos pelas serras de São Paulo foi um primeiro passo para a recordação da conquista. E foi muito gostoso!

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Aprender é das coisas que mais nos enchem. De orgulho, de prazer, de novas esperanças.
Acontece que na prática do aprendizado, se não há prazer, há um outro tipo de enchimento, que inclusive, os bons modos me impedem de falar.
Sempre pensei com carinho na proposta que muitos que me conheciam indiscriminadamente me faziam: ensinar. Não que me julgue o mais sabido de todos. Mas me julgo um apaixonado por aprender. E se assim é, penso que ninguém sabe tão pouco que não possa ensinar alguém se for de coração.
E me expus. E confiaram. E me diverti. E ensinei. E me ensinaram.
Não sei se conspiração do São Pedro ou o quê, mas o sol brilhou bastante no 3º Workshop Fotografando a vida de um NOVO jeito. E dessa vez, era tudo verdadeiramente novo.
Saímos para descobrir novos pensamentos.
Ousamos acreditar no encantamento.
Pensamos de um jeito que só a gente o faria.
Fotografamos.
E convenhamos, fazer tudo isso dentro de uma sala de hotel? Só se o prazer que buscávamos fosse sadomasoquista.
Saímos da caixa. Fomos viajar. Nos divertimos em 2 dias no meio do mato, quase que literalmente.
Afinal, de que adiantaria toda a técnica de milhares de livros se não pudessemos sentir a arte, como sendo ela, como sendo nossa, pessoal e intransferível?
Hoje, quase 2 semanas depois, me sinto super lisonjeado depois de alguns vários posts que surgiram logo após o Workshop.
Dizem tanto sobre honra, mas só o que se reflete diante de atitudes é que se pode sentir mesmo.
Mira, a noiva vestido-voador-rodador, fez isso aqui ó.
Já a Carol Gimenes, caladinha, atenta, disposta a se encorajar, arriscou umas palavras e grandes fotos aqui.
E o Marcelo então? Saca .
Sem contar as várias fotos no facebook, twitter e coisa assim.
Agradecer a vocês pode parecer piegas, mas é aquele tipo de obrigado que não se faz com palavras não. Se faz andando lado a lado, olhando, sorrindo, e ajudando.
Afinal de contas, vocês estão com um problema agora: sinto um pedaço de mim em cada um de vocês, ao mesmo tempo que me vejo tomado por novas pecinhas de quebra-cabeça, de Teresina, de Vitória, de São Paulo.
E por acaso vocês já viram quebra-cabeças ficarem completos sem algumas peças?

Obrigado Carlos Magno, Carol, Mira, Alessandro, Karina, Maria Amélia, Vini, Catianne, Ana Paula, Thalita, Sofia e Rafael, por mais essa maluquice! Nada de voltar para a caixa hein? :)

rz

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

E agora, com muito orgulho de poder ter feito parte disso, as fotos deles! Uhu!!

 

 

 

 

 

 

 

 

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