É coisa da vida em sociedade, mas a gente vive buscando pessoas iguais a nós.
Não que todos queremos ser idênticos, mas ao menos bem parecidos.
É a tal da afinidade.
Você se relaciona melhor com aquele amigo que pensa como você.
Você tem mais simpatia por aquele escritor que escreve o que você ditaria.
Você quer escolher passar seus últimos dias, com quem te entende, por ser bem igual a você.
E não que isso seja ruim, isso é apenas questão de adaptação.
Nos sentimos mais seguros ao agir, se a pessoa ao lado, fizesse o mesmo que nós e por nós.
Isso é auto-proteção. E quer mais auto proteção que o amor?
Aquilo de ‘completar’ é questão de livro de romance.
O amor mesmo nunca está completo. Porque se estivesse, acabaria.
O amor acrescenta. Mais e mais.
Dentro daquilo que quisemos para nós. Dentro daquilo que cultivamos para nós. Dentro daquilo que fizémos de nós.
Mas, o bacana mesmo, é quando a gente se dá conta disso.
Então, ser igual ou diferente já é detalhe.
A gente deixa isso pra matemática, porque quando o olhar fala, o que conta mesmo é a sintonia.
E essa, simplesmente acontece.
Especialmente quando seu futuro marido avisa que vocês vão cruzar o mundo para viver em outro país.
E mais especialmente ainda, quando você adota essa idéia como sua filosofia de vida.
E mais e mais ainda, quando todos os seus amigos e parentes, fazem de seu casamento, uma festa de até-logo!
Bruna e Willian, de malas prontas.

















































































































