Baú de August, 2011

Se tivesse que citar um bom motivo para fotografar, não hesitaria.
Em duas sílabas resolveria a questão: a vida.
É o melhor dos motivos, e a sem dúvida a melhor das conseqüências.
Não é sobre ser um fotógrafo especialista ou um fotógrafo generalista. É sobre sentir a arte. É sobre viver a arte.
E pelo que me consta, só se vive a vida.
Sendo assim, porque não ser um fotógrafo de vida?
Vida nascendo, vida se casando, vida se fazendo de modelo, vida de produtos, vida de bichinhos de estimação, vida de viver.
Vida é mesmo vida.
E se o que se decide é fotografar a vida, consegue-se viver por isso e para isso.

Este ano, tomei algumas importantes decisões que me motivaram a compartilhar mais do que eu já compartilho normalmente os detalhes que as vezes são esquecidos no dia-a-dia fotográfico. Falo sobre tudo, com todos. Perguntou, respondi.
Se aprendi algo, porque não compartilhar?
É no fim das contas uma via de duas mãos, não é?
Sendo assim, para não ficar parado no semáforo da ‘ida’, resolvi optar por uma via de trânsito rápido:
Workshop Fotografando a vida de um NOVO jeito.
Fotografia de casamento? Não, não. Fotografia de vida.
Sim, novo jeito. Novas idéias. Novos motivos. Novas inspirações para a mesma velha arte: Escrever com Luz.

E já que é tudo novo, porque ficarmos trancados em  uma sala fria né?
O lugar do WS, está logo abaixo. =)
Os dias, 27 e 28 de Agosto.
As vagas, 2 restantes apenas.

Quem fecha o mini-grupo que vai se divertir?!
workshops@rodrigozapico.com


rz


Existem os autores que criam histórias.
Existem aqueles outros que se inspiram em histórias.
E existem ainda aqueles terceiros que contam as histórias que vivem, do seu jeito.
Poder colocar um pouco de você em cada uma das coisas que se faz é incrível.
Pelo ato, e pela memória que aquilo poderá trazer a outras pessoas.
Uma história real, só é real porque ela existiu. E só é história porque alguém contou. Sentiu. Viveu.
Gosto de pensar que brincando de senhor do tempo, posso dar a chance as pessoas de reviverem as histórias que viveram. E do jeito que viveram.
Sim, sob meu olhar, é bem verdade, mas comandado pelo coração, que faz questão se alinhar com a realidade que no dia a dia pode ficar um pouco esquecida.
Sorrir é o melhor ponto de partida. Sempre achei isso.
É no final das contas a menor distância entre você e o outro.
E na fotografia, estar nessa distância, significa perceber o que acontece sob uma outra ótica.
Que vai fazer com que tudo seja a história mais real possível.

Syro tem paixão pela nobre brincadeira de Salvar Vidas.
Ana Luisa, fotógrafa, confiou a mim, o frio na barriga de registrar o grande dia de uma parceira artista.
Chico e Nina…bom, esses queriam mesmo era passear no parque! =)

Mais um ensaio delicioso. Não por ser uma sessão de fotos.
Mas por ter sido feito com um casal sendo eles mesmos, do jeitinho que são, que sentem, e que fazem nos outros vários dias.

rz


 

 

 

 

 

 

 

 

 

Talvez nem todo mundo se lembre das aulas de artes.
Afinal, é bem verdade que muitos de nós as usávamos apenas como passatempo entre uma aula chata de matemática e uma aula entediante de física.
Mas, se nos esforçarmos um pouco acho que conseguiremos lembrar que as cores tinham uma classificação meio engraçada: quentes e frias.
Pois é, maluquice educacional da boa, nas quais os azuis e verdes seriam tidos como ‘frios’ e os amarelos e vermelhos como ‘quentes’.
Taí. Seria então o danadinho do azul o responsável por esse frio absurdo que está em São Paulo? Engraçado, mas o Sol, amarelinho que é, está até bem ‘aparecido’ estes dias, não é mesmo?
Ceticismo escolar de minha parte ou não, as cores carregam essa denominação a séculos talvez. Mas também, era de se esperar. Sempre buscamos comparações para explicar as coisas que sentimos e que não sabemos explicar.
Daí, coisinhas amarelas, dão mais conforto. E detalhezinhos azuis, nos deixam mais encolhidos dentro de nós.
Em fotografia, temos quase sempre a mesma falsa-sensação.
Quando queremos um tom ‘apaixonante’ nas imagens, esperamos que haja aquele laranjão enorme da escala de cores.
Quando a idéia é passar um ‘suspense’ lá se vai o verdinho brincar de ser o color manager.
Não acredito que isso esteja errado. Não mesmo.
Apenas acredito que isso não deva ser tomado como lei.
Afinal de contas, dias atrás percebi que esse clima invernal, azul, verde, pode bem é ser vermelho, bem quente, justamente onde mais importa, no coração.

Eles já disseram no FUSION SDE, que verão não combina com eles.
Papai do Céu ouviu e mandou um dia beeeem gelado para eles! rs
Pronto, com a decoração invernal sugerida, perfeito!
Quentinho mesmo, as emoções.

Thais e Thiago, no inverno, aquecido.

rz

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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