É fato.
As pessoas vivem buscando porquês para qualificar as atitudes.
Parece que abate sobre a sociedade uma consciência de Maquiável: Os fins justificam os meios.
Desconcordo. Não é discordar, é simplesmente não concordar cegamente.
As coisas acontecem, e sim, sempre têm um motivo para o tal.
A questão é que muitas vezes o motivo não é visível e por conta disso os atropelamos. Os perdemos.
Acostumamos a acreditar naquilo que vemos, e na verdade, o que sentimos, o invisível, é muito mais coeso.
Faz mais sentido.
Justifica tudo. E mais. Faz valer a pena.
Comemorar é bom demais.
Aí a gente aniversaria, a gente é promovido, a gente ganha prêmio, a gente se apaixona.
O que sente, é no fim das contas o verdadeiro motivo para comemorar.
Seja em um super festança deliciosa do casório que ainda vai acontecer, ou seja num casamento-civil-pré-despedida.
O invisível pode nos saltar aos olhos.
E pronto, taí o motivo para tudo.
A narrativa, é a do coração.
A Bruna e o Willian que o digam.
E mais, que o mostrem, no almoço em família que aconteceu sábado agora.
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