Baú de July, 2011

É fato.
As pessoas vivem buscando porquês para qualificar as atitudes.
Parece que abate sobre a sociedade uma consciência de Maquiável: Os fins justificam os meios.
Desconcordo. Não é discordar, é simplesmente não concordar cegamente.
As coisas acontecem, e sim, sempre têm um motivo para o tal.
A questão é que muitas vezes o motivo não é visível e por conta disso os atropelamos. Os perdemos.
Acostumamos a acreditar naquilo que vemos, e na verdade, o que sentimos, o invisível, é muito mais coeso.
Faz mais sentido.
Justifica tudo. E mais. Faz valer a pena.

Comemorar é bom demais.
Aí a gente aniversaria, a gente é promovido, a gente ganha prêmio, a gente se apaixona.
O que sente, é no fim das contas o verdadeiro motivo para comemorar.

Seja em um super festança deliciosa do casório que ainda vai acontecer, ou seja num casamento-civil-pré-despedida.
O invisível pode nos saltar aos olhos.
E pronto, taí o motivo para tudo.
A narrativa, é a do coração.
A Bruna e o Willian que o digam.
E mais, que o mostrem, no almoço em família que aconteceu sábado agora.

rz

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Vivemos de um jeito tão estranho hoje, que os dias nos atropelam.
E sim, é bem verdade que nós os atropelamos também.
Nessa nova espécie de canibalismo modernos, o que acontece é que muitas vezes esquecemos o ontem, para viver o hoje, sem pensar no que será recordação para o amanhã.
Não é que pense que devamos apenas angustiar e remoer o passado, passando pelo dia de hoje como se quiséssemos trocá-lo pelo que já aconteceu, assim, como figurinha repetida.
Mas realmente acho que o que já passou, foi e segue sendo muito responsável pelo que veio depois na ordem cronológica das coisas.
Vai ver é porque coração não entende dos tempos mundanos.

Quando as noivas chegam em meu estúdio, busco proporcionar uma experiência àqueles dois pares de olhos que me analisam movimento a movimento:
“Conta pra mim como foi que vocês se conheceram!”
Beliscar o coração com lembranças dessas é muitas vezes um ato disconexo da rotina de muitos casais.
Talvez por isso eu goste tanto.
Me sinto envolver na história do casal desde o dia da primeira troca de olhares.
Preciso entender o que foi que aconteceu. Como foi que aconteceu. Por que aconteceu.
Penso mesmo que só assim vou conseguir senti-los como um casal que está prestes a juntar as escovas.
E aí, busco saber tudo, os detalhes, o que não se esquece, o que quer se esquecer e tudo mais.

No fim das contas, o papo flui, e sem ter que criar atores, chegamos algumas vezes a conclusão de que os encontros dessa vida, são coisas de filme.

Falando nisso, Camila e Fred apostaram em fazer com os convidados deles, no dia do casamento, o mesmo que fizeram comigo no dia em que me conheceram:
Contar toda a história.

Voltamos onde tudo começou, Skye Bar, Hotel Unique, 6 anos depois.
E foi demais!
Com vocês, o FUSION ENSAIO! E nas alturas, algumas fotinhos, claro!

rz

 

*Não deixe a velocidade da internet parar sua emoção. Aperte o play, pause, deixe a barrinha carrega e então encante-se!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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