Baú de May, 2011

Tá lá no Aurélio:
Ousar: vtd. empreender com coragem, com audácia.
Atrever-se, ter o desplante de.
E eu, cometo agora a ousadia, o atrevimento, o desplante, de simplesmente dizer que ousar, nos termos práticos da vida de um fotógrafo de casamento pode bem ser simbolizado por algo como isto:

 

Vestidos são pendurados. Vestidos são fotografados. Vestidos são usados….mas, você em sua vida já viu algum vestido voar?
Foi para essa [e outras] maluquices, mesmo sem ter ciênca com uma antecedência necessária para a preparação espiritual de uma pessoa, que o Danilo Siqueira, o famoso @letsvamos me convidou para participar!
Tá aí.
Alguns posts atrás disse que este era o ano em que os fotógrafos amigos tinham escolhido para me fazer suar frio.
Pois é. O Danilo não quis deixar barato e me botou pra ‘empinar’ vestido, pular de cadeira, rolar na grama, agachar em 3 segundos e uma infinidades de doidices.
E foi um dia em que aprendi bastante.
Ajudar faz um bem danado.
E conquistar uma foto como essa daí de cima, já paga a pena, mesmo que você não tenha apertado o botão, o coração tava lá, na ponta dos dedos de quem o fez.

Obrigado Dr. Lets! :)
Foi um casório e tanto, e com grandes artistas para brincar de ser feliz trabalhando!

Tá aí, o que aconteceu depois que o vestido voltou para terra firme.

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Ao longo de pouco mais de uma centena de casamentos a gente acha que já viu tudo.
Sempre é assim.
É quase que instinto humano sentir-se confortável em determinada ação após o treinamento continuo nela.
Subjugamos muitas vezes, ainda que inconscientemente, a característica base de nós, pessoas com coração: sermos únicos.
Únicos no sentindo extenso das três sílabas dessa palavra: sem precedentes, ímpar, diferente.
Taí um dos grandes motivos que me levam a querer conhecer profundamente cada um dos 2 pares de olhos que me escolhem para deixar para sempre o grande dia deles.
Preciso estar inserido no contexto, único, para me sentir fora daquilo que muitos profissionais chamam de zona de conforto e aí então, trazer a emoção para o nível visual das coisas.
Há que sentir antes de alinhar as idéias.
Em se tratando de sensações, o coração tem que falar mais alto.
Diria eu, que quase gritar. Para que só então, sua parte lógica ouça e faça o trabalho prático.
Sentir é uma arte.
Expressar-se um dom.
A Marcella e o Rafael, sabem bem ser únicos.
Seja com a mãe-maquiadora, em uma cerimônia emocionante, nos votos cheios de cada um deles, em um campo sob um por-do-sol fantástico.
E sim, isso é um fato.

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PS. Além da Ana Faria que estava fotografando comigo, queria super agradecer a presença da dupla-dinâmica-super-simpática Raquel Farias e Edu Costa, diretamente de João Pessoa, para SP. =)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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