Baú de May, 2011

Motivar para mim sempre tinha algo de ligação com Movimentar.
Embora nunca tivesse parado para ler o real significado dessa palavrinha vindo do Latim, movere, sempre levei como minha oração diária a máxima de que para me motivar, deveria – e muito – me movimentar.
O fato é que os pensamentos mais batidos, são aqueles que no fim das contas mais fazem sentido.
Leio muito textos de outros profissionais da fotografia e da linguagem da emoção.
Todos dizem sobre sair da tão famosa ‘zona de conforto’.
Quer saber? Estão todos certos.
Se você sai de seu conforto, você se move.
Se você se move, você se motiva.
Se você se motiva, o ciclo segue a diante, pois é claro, você vai caminhar para onde talvez nunca tenha estado.
Isso é magia, isso é coração.

Há alguns dias atrás, já sorria demais por ter um número bacana de imagens minhas reconhecidas como ‘especiais’, por jurados em todos os  concursos internacionais que participei até então.
Hoje extravaso a concepção de que somam-se à minha parede do encanto outros 3 instantes, que para mim, viraram infinito.
Não pelo que a palavra prêmio pode me trazer, mas pelo lugar que o coração motivado é capaz de me levar.

Obrigado Adriana e Daniel, Patrícia e Laurindo e Josephine e Thales por terem confiado na minha motivação para poder relembrar pra sempre as emoções do grande dia de vocês. De verdade mesmo!
Obrigado também a todo mundo da equipe Arte RZ, os de casa, os do coração e os que sonham juntos. É tudo nosso. Primeira pessoa do plural mesmo.

E quer saber? Orgulho demais de ver um tantão de nomes de Brasileiros aparecendo por essas listas! Vai Braaaasiiiiiiiuuuuuuu! =)

rz

 

 

 

Se perguntarmos para 10 crianças que viveram recentemente a febre do casamento real, o que é uma festa de casamento incrível, certamente vão colocar em sua listinha que querem ter milhares de convidados.
Não as julgo.
A sociedade tem mesmo essa coisa de aceitar melhor ‘Grandes’ grupos desde sempre.
Não que grandesnumerosos estejam sempre super ligados, mas, no assunto casamenteiro, quase.
Dificilmente uma amiga não voltar de um casamento ‘super grande’ sem contar entre as características o fato de que a noiva convidou 700 pessoas.
Mais complexo ainda a pessoa não usar um grau aumentativo quase celestial ao caracterizar uma festa de proporções grandes.
Não sei quem fez a regra, mas sei que são poucos os que fazem exceção.
Seja por terem muitos ‘bons amigos’ ou porque os pais gostariam de chamar os conhecidos dos conhecidos, o pessoal tende a caracterizar como fantásticos eventos que tenham um número mínimo de pessoas bem mais alto que o de contatos da minha agenda de celular.
E olha que eu uso muito o iPhone.
Vê só, isso pode ser ampliado para qualquer outro tipo de comemoração. Aniversário, promoção, conquista de campeonato, qualquer coisa.
Se há um motivo para sorrir entre pessoas, o botão de ‘curtir’ começa normalmente a valer para coisas grandiosas.
Daquelas que muitas pessoas participam.
Daquelas que muitas mais ficam sabendo.
Eu, como pequeno que sou, sempre me senti meio acoado por conta de tais circunstâncias.
Veja bem, eu não sou contra super-festas. Não mesmo!
Mas é que não acho justo dizer que uma festa com 36 pessoas escolhidas a dedo não possa ter tanto gosto e tanto carinho quanto seu ‘parceiro’ com 20 vezes mais pessoas.
Matemática é mesmo um troço estranho.
Números grandes nem sempre são os que caracterizam sentimentos.
Não mesmo.

A prova, tirei alguns dias atrás, num encontro super intimista do casal do passeio de bicicleta, com pouco mais de 3 dezenas de corações especiais.
E foi muito bacana!
A valer.

rz

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

*Dentre as muitas especialidades existentes no mundo, acredito, sinceramente, que nenhuma delas é mais fundamental que a de sentir.
Sim, sentir.
Daquilo do coração, sabe?
Tudo isso porque cada dia que passa, percebo que mais importante que tudo que se faz, é como se faz tudo.
Há quem pense que as exatidões de muitas tarefas não precisam de uma dose específica de coração.
Agora me responde: é mesmo possível fazer algo muito bem feito sem que esteja dominando suas mãos, o músculo por dentro de seu peito?
Acho difícil, muito difícil.
Aliás, muito mais difícil que os noivos e suas famílias arrumarem todos os detalhes de um dia inesquecível!
Da escolha da cerimônia à dança dos leões.
Do sapato vermelho à Árvore de Tsu-rus.
Das floristas com origami aos 1.500 doces.
Da entrada no templo, aos votos da eternidade.
Tudo absolutamente personalizado.

Esse foi um casamento ‘heartdmade’ pra valer.
Ariane chef de cozinha, pôs tudo a prova.
E valeu demais.
Pelo coração. E pelo que se viveu.

rz

 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Twitter
  • Facebook
  • Orkut
  • Vimeo