Fotografia é irremediavelmente a poesia mais concreta de um instante que certamente não voltará jamais a ser.
Ao invés de triste, por finito que é, vejo isso por um lado transcedental.
Um ponto e vírgula delicioso de poder deixar marcado para sempre aquilo que seus olhos viram, esquentados pelo calor do seu coração. É mágico, e absolutamente único.
Isso vale pra todo tipo de registro com luz. Todo mesmo. Um sorriso não volta a ser aquele sorriso jamais. Um beijo, não terá o mesmo sabor que o próximo. Aquele suspiro, pode não ocorrer jamais. E veja bem, não acho isso ruim, acho isso na verdade bom demais ué, tira a monotonia das coisas garantindo à elas a especialidade e delícia que merecem.
Daí se você pensar em fotografar uma gestante, por exemplo, além de ser um momento único, é totalmente temporário, visto que hora ou outra o little baby vai perceber que dentro da barriga não é o melhor lugar para evoluir neste mundo.
Laurinha, filhota da Rê e do Rô, percebeu isso ontem, e tcharam: saiu pra brincar!
Meus desejos de que essa vidinha que surgiu seja iluminada para todas as fotografias que possam surgir, vem em formato de vídeo.
Quer saber como faz isso? WS de Vídeo DSLR com o tio rz, na Escola de Imagem. Vê aqui.



































