Posts Tagged ‘Fusion SDE’

E aí que há alguns posts atrás, escrito dentro de uma Cabine de Airbus A340, terminava as poucas linhas que me traduziam dizendo que as novidades que aquelas 10 horas a mais de 12.000 metros do solo ainda eram muitas por vir.
Hoje, pouco mais de uma semana depois de viver a volta em mais outras 10 horas de voo, chega a hora de mostrar o que a pressurização artificial me fez criar.
Lembro bem que ano passado, quando comecei a mexer as minhas espátulas e preparar o porquinho para ir ao chão, rumo a um congresso de vídeo nos Estados Unidos, muitos dos meus amigos me disseram que estava completamente maluco.
Na época, fazia pouco mais de 1 mês que tinha sido aceito pela ISPWP, e meu trabalho fotográfico estava começando a trilhar os passos que meu sonhos e trabalho se propuseram um dia.
Fui contra eles. Segui meu coração. E ó, não me arrependo de nada.
Lembro também que em um dos dias de alguns graus negativos em Nova Iorque, um grande fotógrafo amigo meu, me fez uma pergunta que ecoou por debaixo dos cabelos durante algum tempo: “E aí? Vai virar cinegrafista?”
Difícil falar sobre eventos sociais sem falar da milenar rixa entra fotógrafos e cinegrafistas. No fim das contas – e no começo também – pura baboseira. O fato mesmo, é que o que vinha percebendo é que diferentemente da fotografia, digna de premiação e dos fotógrafos, sedentos por evolução, o vídeo social e os cinegrafistas brasileiros pareciam em sua maioria terem parado sua evolução no dia das Diretas Já.
Quando voltei, pensei em inserir no meu trabalho, a possibilidade de contar histórias sem que as emoções fossem estáticas. Pus em produção o FUSION SDE para não só criar um vídeo diferente como também, ‘express’.
Daí acontece que aos poucos fui recebendo uns pedidos para adaptar minhas idéias em outros causos que não fossem casamentos. Criei novos focos. Não desisti dos velhos. E os aceitei como meus desafios.
Hoje, feliz da vida com o resultado, divulgo meu primeiro ‘vídeoclipe’.
Banda LIGA Z – Você me faz tão bem.

Quer ver em HD? Vale a pena ó!

Viajar é bom demais.
Voltar para casa? Melhor, bem melhor.
Quase que na mesma proporção da máxima que se desligar de tudo que nos motiva a seguir tentando torna-se de qualquer maneira impossível, religar-se às coisas deixadas em estado de dicionário durante o afundamento em novos sonhos necessita de forças gladiadorísticas.
Não reclamo não. Tive tempo para ir na academia do subconsciente. Se eu, fisicamente, posso falhar nas forças terrenas, os sonhos e pensamentos cresceram seus músculos em progressões geométricas.
Se isso é o certo? Não há certo e errado. Isso é o que penso. Isso é o que se passa. E aqui estou, buscando apenas pés-direitos nos projetos que tem me preenchido de sorrisos.
Antes de andar quilômetros de expressão com as maravilhas que passaram diante de mim nesses dias todos do lado de lá do Oceano, acho mais justo contar o conto-de-fadas que se passou há dois dias:
Sábado, encontrei um saci, desses destros, no aniversário da Julia! E olha que ele estava junto com o Mickey e a Minnie, diretamente de Orlando. Um universo encantado no Clube Arouca, para o segundo ano da princesa.
Estreando equipamentos, novidades e vontades, fomos equipe Arte RZ, dessa vez com Vanessa Carvalho, trazer calor para uma tarde de pouco mais de 15ºC em São Paulo.
Junto com tudo que de melhor podíamos sentir, um Fusion SDE que me em mim, congelou os dedos, na edição, e nos pais, aqueceu as lágrimas. Delicioso. Mesmo.

Para ver em HD, já sabe né? Clica aqui!

Sempre ouvi dizer de que se busca sempre encerrar as coisas com chave de ouro. Em verdade, penso que ao colocarmos na fechadura um elo dourado, não estamos cerrando nada. Muito pelo contrário. Estamos carregando nossa alma de emoções que continuam como se olhassem pelo buraco que ousou trancar o que já se passou. A verdade é que não se passa por acaso. Se vive. Se revive. Se inventa a Cazuza. Se enchem os museus de novidades. Viver é assim mesmo, cheio de voltas sem idas, cheio de emoções refletidas.
Ta aí que na penúltima noite que me veria na nação antes da viagem que hoje me carrega de novos olhares estive diante de um par de almas alegres. Contagiantes. Apaixonantes. Adriana e Luiz me deram um sábado inesquecível. Seja por tradições culturais indiscutivelmente belas, seja pela frase mais marcante – do noivo – que ecoou em minha cabeça até aos 12.000 m de altitude do Airbus que me levou para o outro lado do mundo: “Posso chorar agora?”
Dominar o que vai acontecer diante de nossos olhos durante as horas que nos entregamos a um casamento é quase como querer escrever a história da novela em que você será o narrador. Não me passa pela cabeça tal egoismo. Afinal de contas, o que me move mesmo é a imaginação de que aquelas cenas todas vão todas refletirem-se em imagens do que senti. Do que, realmente, vivi.
Temperando as sensações desse dia, não posso deixar de dizer que ao meu lado, estava, além da Flávia Cobucci meus pares de olhos ‘plus’ , o ganhador do sorteio do WS FUSION – SP, Fernando Paes vendo um FUSION surgir. Fusion esse, que logo mais se juntará a essa história.
Saudações desde Porto, onde ao invés de se escrever ‘Puxe’ se escreve: “Empurre para fora.”

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